
Glauber Braga
Nº N/A • PSOL / RJ
Deputado(a) Federal eleito(a) pelo estado de RJ representando o partido PSOL.
Promessas registradas
sem registro
Presença nas Sessões
0%
0 de 19 sessões
Coerência com Promessas
sem base
Total de Projetos
20
task_altPlano de Governo Registrado (TSE)
Metas extraídas oficialmente do Tribunal Superior Eleitoral.
history_eduHistórico de Votações em Plenário
record_voice_overPosicionamentos em Plenário
O que Glauber Braga defendeu da tribuna, em ata. Transcrição taquigrafada da Câmara dos Deputados.
O Deputado questionou a atuação de Ministros do Supremo Tribunal Federal em relação ao Banco Master, afirmou que houve encontro fora da agenda pública e apontou contradições entre a versão apresentada sobre a reunião e mensagens trocadas por um advogado. Além disso, sustentou que os Ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e André Mendonça não teriam condições de julgar o caso, por suposto envolvimento em relações indevidas com o banqueiro, e defendeu a responsabilização de todos os envolvidos.
O Deputado manifestou solidariedade aos trabalhadores e às trabalhadoras da Eletronuclear, da Indústria Nucleares do Brasil - INB e da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A - Nuclep, que reivindicaram direitos e rejeitaram o abandono de atividades essenciais do Programa Nuclear Brasileiro. Além disso, afirmou que a valorização desses profissionais está ligada à soberania do País, a qual não poderia ficar sob controle do setor privado nem dos Estados Unidos.
O Deputado questionou a relatoria do Ministro do Supremos Tribunal Federal, André Mendonça, em processo envolvendo o Banco Master, ao mencionar reunião fora da agenda com Vorcaro. Por fim, apontou possível favorecimento ao candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, e defendeu a apuração de eventuais relações criminosas, sem blindagem, nos Poderes Judiciário, Legislativo e Executivo.
O Deputado reafirmou compromisso com a derrubada do Veto nº 50, de 2025, aposto ao Projeto de Lei nº 1.791, de 2019, sobre o aproveitamento e a realocação de empregados de empresas públicas federais do setor elétrico que foram desestatizadas no âmbito do Programa Nacional de Desestatização - PND. Além disso, sustentou a proteção do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica - Cepel e criticou a mudança de espaço para o Porto Maravilha prevista para 2026, por considerar a medida incompatível com o planejamento apresentado. Por fim, declarou apoio à mobilização das categorias e reiterou a defesa da reestatização da Eletrobras.
O Deputado defendeu a responsabilização de integrantes dos Poderes Judiciário, Legislativo e Executivo por eventuais crimes. Além disso, criticou o Ministro André Mendonça por propor análise das relações entre Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), enquanto não teria adotado a mesma postura em relação às acusações contra o Senador candidato a Presidente da República, Flávio Bolsonaro.
O Deputado defendeu a Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que trata do fim da escala de trabalho 6 por 1, afirmando que a proposta contava com amplo apoio popular e atendia aos interesses da classe trabalhadora. Além disso, criticou o Senador Flávio Bolsonaro e aliados por articularem contra a medida, apontando tentativa de substituir o salário mínimo mensal pelo pagamento por hora, o que prejudicaria trabalhadores e famílias. Por fim, afirmou que a extrema direita teria se posicionado contra direitos trabalhistas e cobrou que Deputados defendessem publicamente essa tese.
O Deputado criticou o Ministro André Mendonça por ter solicitado manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o Ministro Alexandre de Moraes, enquanto não teria adotado a mesma postura diante de acusações contra o Senador Flávio Bolsonaro. Argumentou que eventuais crimes deveriam resultar em responsabilização independentemente do cargo ocupado. Em seguida, questionou se haveria tratamento distinto entre os envolvidos e acusou o Ministro de blindar o Senador, que era candidato à Presidência da República. Por fim, cobrou explicações à sociedade brasileira e cobrou manifestação da PGR sobre Flávio Bolsonaro.
O Deputado criticou a previsão de incentivo fiscal à FIFA no Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, que dispõe sobre regras para renúncias de receita destinadas a mitigar impactos econômicos decorrentes do choque no mercado internacional de energia. Além disso, questionou a concessão do benefício diante do faturamento atribuído à entidade e argumentou que os recursos correspondentes à renúncia fiscal poderiam ser destinados à saúde e à educação públicas. Por fim, rejeitou a justificativa de que a FIFA poderia retirar a realização da Copa do Mundo do Brasil e defendeu que o País não concedesse o benefício fiscal à entidade.
O Deputado discutiu o Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, que dispõe sobre regras para renúncias de receita com o objetivo de mitigar os impactos econômicos causados pelo choque no mercado internacional de energia decorrente do conflito no Oriente Médio. Além disso, defendeu a retomada da proposta original, sem alterações da Relatora, e condenou a manutenção de R$ 60 bilhões em emendas parlamentares, que considerou incompatível com cortes em áreas sociais.
O Deputado afirmou que o PSOL era favorável ao Projeto de Lei Complementar nº 114, de 2026, mas rejeitou a inclusão, no relatório, de medidas que atacariam o piso da saúde, defendendo que a Relatora retirasse esse trecho do texto. Manifestou também apoio aos trabalhadores da Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A. (Nuclep), que, teriam sofrido assédio, pressões e demissões arbitrárias durante os Governos Bolsonaro e Michel Temer. Ao final, defendeu a revisão dos processos que considerou injustos e destacou a importância dos trabalhadores da Nuclep para a soberania nacional.
O Deputado criticou a abertura de processo no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados contra a Deputada Erika Hilton após ataques sofridos, enquanto permaneciam paradas representações contra Parlamentares ligados ao orçamento secreto e a desvios de emendas. Também denunciou possíveis irregularidades na destinação de R$ 6 milhões em emendas Pix para o Município de São José da Laje (AL), citando vínculos entre responsáveis pela execução dos recursos e o gabinete do Deputado Alfredo Gaspar. Ao concluir, defendeu o fim do orçamento secreto e a responsabilização dos envolvidos em denúncias de corrupção.
O Deputado discutiu a Medida Provisória nº 1.346, de 2026, que abre crédito extraordinário, em favor do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. Na oportunidade, criticou a diferença de recursos entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Ministério da Agricultura. Ademais, questionou a atuação da Presidência da Câmara em relação à indicação de emendas parlamentares por pessoas sem mandato, mencionando Eduardo Cunha e Valdemar Costa Neto, e defendeu o fim do orçamento secreto, por considerar que a prática comprometia a transparência e a lisura do processo orçamentário.
O Deputado questionou a aplicação do Projeto de Lei nº 5.500, de 2019, sobre suspensão da prescrição em casos de fuga, buscando esclarecer se a regra valeria para condenados no Brasil que estivessem fora do País e se alcançaria situações envolvendo os ex-Deputados Eduardo Bolsonaro e o Alexandre Ramagem.
O Deputado defendeu a aposentadoria especial para os agentes comunitários de saúde e de enfrentamento às endemias, rejeitando a caracterização da proposta como "pauta-bomba". Argumentou que o impacto estimado de 20 bilhões de reais em 10 anos representa menos de 10% do volume previsto de emendas parlamentares no mesmo período, calculado em 600 bilhões de reais. Por fim, sustentou que o custo da medida poderia ser custeado com recursos das próprias emendas, classificando a aposentadoria especial como um direito dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS), e não um favor.
O Deputado criticou o cenário político do Estado do Rio de Janeiro e citou casos envolvendo autoridades e lideranças que foram presas, tornaram-se inelegíveis ou passaram a responder a investigações relacionadas a desvios de recursos públicos. Além disso, defendeu a necessidade de modificar e reestruturar essa política por meio de ampla mobilização social e popular, para enfrentar a cúpula comprometida por corrupção.
gavelTrajetória e Projetos de Lei (On-Demand)
Sugere a Instalação de câmeras de segurança em todos os elevadores da Câmara dos Deputados, sem distinção.
Dispõe sobre a revogação da Lei nº 9.491, de 9 de dezembro de 1997, que “Altera procedimentos relativos ao Programa Nacional de Desestatização, revoga a Lei n° 8.031, de 12 de abril de 1990, e dá outras providências.
Altera e reestrutura a tabela progressiva mensal do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física para reforçar a progressividade e garantir maior justiça tributária, amplia a isenção para quem recebe menos e institui alíquotas mais elevadas para grandes rendas, nos termos do art. 1º da Lei nº 11.482, de 31 de maio de 2007.
Declaração de voto SIM a Redação Final do PL Nº. 7906 de 2014.
Susta os efeitos do Decreto nº 12.600, de 28 de agosto de 2025, que “Dispõe sobre a inclusão de empreendimentos públicos federais do setor hidroviário no Programa Nacional de Desestatização.”
Dispõe sobre a regulação do consumo de recursos hídricos por centros de processamento de dados (data centers) no território nacional, com vistas à preservação da soberania hídrica da população, e dá outras providências.
Dispõe sobre o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual e a garantia dos seus direitos
Representação em face do deputado federal Coronel Meira (PL-PE), por quebra de decoro parlamentar.
Recurso contra Arquivamento da Representação 22/2025, proposta contra o Deputado Eduardo Bolsonaro (PL/SP)
Dispõe sobre a criação, no âmbito da Câmara dos Deputados, da Medalha Marielle Franco de Direitos Humanos.
Dá nova redação ao inciso XIII, do artigo 7° da Constituição Federal para dispor sobre a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana no Brasil.
Altera a Lei Complementar nº 179, de 24 de fevereiro de 2021, para revogar a autonomia do Banco Central do Brasil, restabelecer a livre nomeação e exoneração de seus dirigentes e instituir quarentena qualificada de quatro anos, com a criação do Cadastro Público de Quarentena de Ex-Dirigentes do Banco Central (CPQ-Bacen), administrado pelo Tribunal de Contas da União, destinado à prevenção de conflitos de interesse e à proteção do interesse público.
Dispõe sobre medidas para estabilização de preços de alimentos, combate à fome e fortalecimento da agricultura familiar, alterando o Decreto-Lei nº 1.578, de 11 de outubro de 1977, a Lei nº 14.601, de 19 de junho de 2023, a Lei nº 14.628, de 20 de julho de 2023, e a Lei Complementar nº 200, de 2023, instituindo o Benefício Emergencial para Agricultores Familiares e promovendo ajustes no Programa Bolsa Família e no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
Recurso interposto pelo Senhor Deputado Glauber Braga nos autos da Representação n. 5/2024, em que o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar proferiu parecer recomendando a perda do mandato por conduta incompatível com o decoro parlamentar.
Dispõe sobre a suspensão da remuneração e proventos de militares investigados por violações de direitos humanos e crimes contra a humanidade, praticados durante o período da Ditadura Militar, até a prolação de decisão definitiva no processo judicial.
Requer a criação de Comissão Parlamentar de Inquérito destinada a investigar crimes digitais contra pessoas em situação de vulnerabilidade.
Requer, nos termos do § 3° do art. 58 da Constituição Federal, combinado com o art. 35 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, a criação de Comissão Parlamentar de Inquérito destinada a investigar crimes praticados contra crianças e adolescentes, via redes sociais e plataformas digitais, por indivíduos, grupos ou organizações criminosas que os induz, estimula e recruta para o cometimento de violência contra outras pessoas ou a si próprios, especialmente no ambiente escolar
Recurso contra a Apreciação Terminativa de Comissão do Projeto de Lei nº 2.658/2022.
Institui o Auxílio Emergencial para Repatriados Forçados, destinado a cidadãos brasileiros deportados ou expulsos de país estrangeiro, com o objetivo de garantir condições mínimas para sua reinserção social e econômica no Brasil.
Altera a Lei nº 15.122, de 11 de abril de 2025 (Lei da Reciprocidade), para ampliar o escopo das contramedidas autorizadas em resposta a ações unilaterais de país ou bloco econômico que comprometam a competitividade internacional, a soberania econômica ou a autonomia tecnológica do Brasil, mediante a inclusão de dispositivos específicos sobre a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE-Tecnologia) e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), com vistas a assegurar base legal expressa para a aplicação seletiva desses instrumentos em setores estratégicos, enfrentar vulnerabilidades estruturais decorrentes da dependência tecnológica e financeira, e conferir maior segurança jurídica à adoção de medidas de natureza fiscal, cambial e regulatória no contexto de disputas assimétricas no sistema internacional.
Compare Glauber Braga com outro candidato
balanceComparar este candidato