
Adriana Ventura
Nº N/A • NOVO / SP
Deputado(a) Federal eleito(a) pelo estado de SP representando o partido NOVO.
Promessas registradas
sem registro
Presença nas Sessões
100%
19 de 19 sessões
Coerência com Promessas
sem base
Total de Projetos
20
task_altPlano de Governo Registrado (TSE)
Metas extraídas oficialmente do Tribunal Superior Eleitoral.
history_eduHistórico de Votações em Plenário
Aprovada a Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 74, de 2026, adotada pelo relator da Comissão de Finanças e Tributação. Sim: 346; Não: 46; Abstenção: 3; Total: 395....
record_voice_overPosicionamentos em Plenário
O que Adriana Ventura defendeu da tribuna, em ata. Transcrição taquigrafada da Câmara dos Deputados.
A Deputada manifestou indignação diante das denúncias que envolvem o Ministro Alexandre de Moraes e apontou suposta relação entre o Ministro e o empresário Vorcaro, citando benefícios como viagens, uso de jatinho e contrato de 180 milhões de reais. Também criticou o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, por supostamente arquivar representações contra membros do Supremo Tribunal Federal (STF), além de cobrar a exoneração do Diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Por fim, cobrou ação do Congresso Nacional, anunciou o envio de ofícios para o afastamento de Moraes e Gonet e convocou a população a pressionar parlamentares omissos nas urnas.
A Deputada retirou reclamação feita no dia anterior sobre a Secretaria de Comunicação (Secom) da Câmara dos Deputados e agradeceu ao servidor Cláudio pelo atendimento. Informou que o problema com a publicação havia sido resolvido após contato da Secretaria.
A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 3.904, de 2023, que institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. Além disso, criticou o aumento de impostos pelo Governo Lula, afirmou que mais de quarenta tributos e taxas foram criados, defendeu a isonomia tributária e a proteção da indústria e comércio nacionais.
A Deputada sugeriu a votação do requerimento de retirada da ordem do dia do Projeto de Lei nº 3.904, de 2023, que institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica.
A Deputada afirmou que não participou de acordo sobre o Projeto de Lei nº 3.904, de 2023, que institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. Além disso, declarou, com respeito ao Deputado Padre João, que o próprio partido não foi procurado, não contribuiu e não integrou as negociações mencionadas.
A Deputada orientou a bancada na votação do Projeto de Lei nº 4.951, de 2026, que cria a Universidade Federal da Fronteira Norte. Argumentou que a criação de uma nova autarquia representava expansão desnecessária do Estado, com duplicação de estruturas administrativas e ausência de avaliação de custo-benefício. Além disso, criticou o desvio de foco da atuação estatal, que, a seu ver, deveria priorizar a educação básica. Por fim, alertou para a gravidade da crise fiscal e a recorrente ausência de estudos de impacto nas propostas votadas na Casa.
A Deputada posicionou-se contra o Projeto de Lei nº 4.951, de 2026, em discussão, por considerar que o Campus Oiapoque já ofertava ensino superior e que a proposta cria nova autarquia sem enfrentar o custo de oportunidade nem priorizar a expansão da unidade existente. Além disso, defendeu que o Estado deveria concentrar esforços na educação básica, diante das deficiências de leitura e escrita entre crianças e pobres. Por fim, informou que o Partido Novo pediu ao Conselho Superior do Ministério Público Federal o afastamento do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, e a designação de subprocurador para as investigações sobre o Banco Master.
A Deputada encaminhou a votação do requerimento de urgência ao Projeto de Lei Complementar nº 74, de 2026, que dispõe sobre regras relativas a benefícios tributários e despesas obrigatórias no exercício de 2026. Em seguida, informou que o Partido Novo (NOVO) solicitou ao Ministro Edson Fachin a convocação de sessão administrativa do Supremo Tribunal Federal (STF) para deliberar sobre o afastamento provisório do Ministro Alexandre de Moraes e defendeu providências para preservar o equilíbrio institucional.
A Deputada levantou questão de ordem a respeito de publicação do perfil oficial da Câmara dos Deputados no Instagram sobre o Projeto de Lei nº 4.675, de 2025, que acrescenta a proteção à concorrência nos mercados digitais entre as atribuições do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), por apresentar apenas aspectos favoráveis à proposta, sem contextualizar posições divergentes e controvérsias. Além disso, sustentou que a publicação viola as regras de imparcialidade, pluralismo e equilíbrio previstas na Política de Comunicação Social da Câmara dos Deputados. Por fim, pediu que a resposta da Mesa Diretora seja apresentada antes da votação da proposição, uma vez que a publicação prejudica o processo democrático.
A Deputada orientou a bancada do Partido Novo na votação do Projeto de Lei nº 4.921, de 2026, de autoria do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que amplia a composição do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 18ª Região mediante a transformação de sete cargos vagos de Juiz do Trabalho Substituto em quatro cargos de Desembargador do Trabalho. Além disso, citou o envolvimento com corrupção de Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), de filho do Presidente da República e do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, e criticou os Presidentes das Casas Legislativas por acobertarem esses casos. Por fim, lamentou a falta de lideranças políticas comprometidas com o futuro do País.
A Deputada orientou a bancada na votação do substitutivo oferecido ao Projeto de Lei nº 1.290, de 2022, que atualiza os valores de custas e emolumentos devidos no âmbito da Justiça do Trabalho. Registrou a posição contrária do partido Novo ao projeto, argumentando que a proposta representa um aumento dos custos de acesso à Justiça e cria barreiras ao Judiciário.
A Deputada discutiu o Projeto de Lei nº 1.400, de 2015, que propõe a criação de novas Varas do Trabalho e de cargos e funções vinculados ao Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, no Rio de Janeiro. Criticou o projeto, argumentando que a expansão do Estado por meio da criação de cargos e comissões desvia recursos bilionários de áreas essenciais como saúde, segurança e educação. Questionou também a prioridade da pauta e denunciou o que classificou como conluio entre membros do Supremo Tribunal Federal (STF), da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal em jantar patrocinado por Vorcaro. Também apontou irregularidades no Tribunal de Contas da União (TCU), envolvendo mudança de relator e concessão no Porto de Santos ligada à família do Ministro Bruno Dantas. Por fim, condenou o Plenário por servir de cortina de fumaça para essas práticas.
A Deputada encaminhou a votação do requerimento de retirada de pauta do Projeto de Lei nº 1.400, de 2015. Questionou a prioridade da votação de um projeto que criava novos cargos e funções na Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro, incluindo 12 cargos de Juiz do Trabalho, 132 de analista judiciário, 24 de oficial de Justiça e 72 funções comissionadas. Criticou ainda o que classificou como falta de confiança da população nas instituições e relacionou a discussão a notícias envolvendo o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, o banqueiro Daniel Vorcaro e integrantes do Supremo Tribunal Federal. Por fim, defendeu a retirada da matéria da pauta e afirmou que o Congresso deveria priorizar medidas de combate à corrupção, responsabilização de autoridades e segurança pública, em vez da criação de novos cargos públicos.
A Deputada afirmou que o texto do Projeto de Lei nº 287, de 2024, em debate, não assegurava a qualidade do serviço público nem previa sanções para falhas no atendimento, além de criticar hospitais públicos e a atuação estatal sobre a iniciativa privada. Assim, defendeu a supressão do que considerou abuso de poder e intervenção indevida, ressaltando que o SUS também incluía o setor privado.
A Deputada encaminhou a votação do Art. 7º apresentado ao Projeto de Lei nº 287, de 2024, sobre a Estratégia Nacional de Controle e Avaliação da Qualidade da Assistência à Saúde no setor privado. Argumentou que o destaque para retirada do artigo buscava suprimir a multa de R$ 500 mil aplicada a consultórios, hospitais e clínicas privadas, por considerar a medida uma interferência indevida do Estado na iniciativa privada. Ressaltou que a qualidade do serviço deveria começar na rede pública, onde havia falhas graves na saúde, na segurança e na educação, além de criticar o excesso de regulação e a atuação dos Poderes diante da corrupção.
gavelTrajetória e Projetos de Lei (On-Demand)
Dispõe sobre normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para o enfrentamento à misoginia em aplicações de internet.
Dá nova redação à MPV 1357/2026
Susta as Portarias nº 118, de 23 de outubro de 2025, e n° 125, de 26 de janeiro de 2026, do Ministério de Minas e Energia.
Sugere ao Ministro de Minas e Energia o cancelamento do Leilão de Reserva de Capacidade de 2026 (LRCAP 2026).
Sugere ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, a adoção de providências relativas à prevenção da desassistência de pessoas idosas em situações de fechamento ou interdição de Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), ao monitoramento nacional de vagas e demanda no Serviço de Acolhimento para Pessoas Idosas do SUAS e à individualização do respectivo componente de cofinanciamento federal.
Susta os Decretos nºs 12.975/2026 e 12.976/2026, que que dispõem sobre a regulamentação do Marco Civil da Internet e sobre deveres das plataformas digitais em matéria de proteção das mulheres no ambiente digital, respectivamente, por extrapolarem os limites do poder regulamentar do Poder Executivo, violarem a reserva legal em matéria de liberdade de expressão e comunicação, e usurparem competência normativa do Congresso Nacional.
Susta os efeitos do Despacho do Presidente da República, de 12 de maio de 2026, que aprovou o Parecer nº JM-11, de 12 de maio de 2026, do Advogado-Geral da União, que adotou, nos termos estabelecidos no Despacho do Consultor-Geral da União nº 00298/2026/GAB-CGU/CGU/AGU, o Parecer nº 00006/2026/CONSUNIAO/CGU/AGU, para torná-lo vinculante para toda a Administração Pública, nos termos do disposto no art. 40, § 1º, da Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993.
Susta as Portarias n° 41, de 14 de novembro de 2025, e n° 4, de 18 de fevereiro de 2026, ambas do Ministério do Turismo (MTur).
Dá nova redação à MPV 1357/2026
Sugere ao Poder Executivo, por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a edição de normativo específico que discipline o fluxo operacional da Polícia Federal em terminais de aviação executiva internacional, suprindo lacuna regulatória reconhecida pela própria Polícia Federal.
Comunicação e solicitação de renúncia do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados.
Susta o art. 2º da Portaria MTE nº 1.316, de 21 de julho de 2026, que altera a Portaria MTP nº 671, de 8 de novembro de 2021, e regula os efeitos da sustação.
Susta, nos termos do art. 49, V, da Constituição Federal, os efeitos da Resolução do Conselho Monetário Nacional nº 5.298, de 24 de abril de 2026.
Susta dispositivos do Decreto nº 12.955, de 29 de abril de 2026, e da Resolução do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços nº 6, de 2026, que impõem ao nanoempreendedor obrigação de inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e de emissão de documento fiscal.
Susta o Despacho Decisório PRES/INSS nº 86, de 1º de junho de 2026, que tornou sem efeito o Termo de Rescisão Unilateral do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) nº 2/2022, celebrado com a Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (CONTAG), por afrontar os princípios constitucionais da moralidade e da probidade administrativa.
Altera o art. 228 da Constituição Federal para admitir, em caráter excepcional, a redução da maioridade penal em casos de crimes hediondos e de crueldade extrema contra pessoas e animais.
Dá nova redação à MPV 1357/2026
Dá nova redação à MPV 1357/2026
Dá nova redação à MPV 1357/2026
Susta os efeitos da Resolução GECEX nº 852, de 2026, que alterou o Anexo VI da Resolução Gecex nº 272, de 19 de novembro de 2021, que alterou a Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM e a Tarifa Externa Comum - TEC para adaptação às modificações do Sistema Harmonizado (SH-2022), majorando alíquotas do Imposto de Importação (BIT e BK).
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