
Erika Hilton
Nº N/A • PSOL / SP
Deputado(a) Federal eleito(a) pelo estado de SP representando o partido PSOL.
Promessas registradas
sem registro
Presença nas Sessões
100%
19 de 19 sessões
Coerência com Promessas
sem base
Total de Projetos
20
task_altPlano de Governo Registrado (TSE)
Metas extraídas oficialmente do Tribunal Superior Eleitoral.
history_eduHistórico de Votações em Plenário
Aprovada a Subemenda Substitutiva ao Projeto de Lei Complementar nº 74, de 2026, adotada pelo relator da Comissão de Finanças e Tributação. Sim: 346; Não: 46; Abstenção: 3; Total: 395....
record_voice_overPosicionamentos em Plenário
O que Erika Hilton defendeu da tribuna, em ata. Transcrição taquigrafada da Câmara dos Deputados.
A Deputada celebrou a aprovação da redução da jornada de trabalho no País, destacando o fim da escala 6 por 1, que classificou como desumana e prejudicial às mulheres, às mães e aos jovens trabalhadores. Reconheceu o papel do Presidente Lula, dos movimentos sociais, do movimento VAT e da comunidade LGBTQIA+ na conquista. Além disso, homenageou o Vereador Ricardo Azevedo, o Deputado Reginaldo Lopes e o Presidente Alencar pela condução do processo. Por fim, afirmou que a vitória representou um avanço histórico para milhões de famílias brasileiras.
A Deputada classificou como desonesta e teatral a postura da extrema direita no Plenário, ao questionar a credibilidade de Parlamentares que, após declararem publicamente contrariedade ao fim da escala 6x1, foram obrigados a mudar de posição. Além disso, afirmou que a votação da escala 5 por 2 ocorreu porque a Oposição teria obstruído a apreciação da proposta que previa a escala de quatro dias de trabalho por três de descanso. Também sustentou que os adversários políticos passaram a defender uma pauta que anteriormente rejeitavam, classificando essa mudança como contraditória. Ademais, rebateu críticas dirigidas à sua atuação parlamentar e defendeu a legitimidade da luta pela redução da jornada de trabalho. Por fim, manifestou apoio à classe trabalhadora, ao Presidente Lula e à continuidade da mobilização pelo fim da escala 6 por 1.
A Deputada orientou a bancada na votação da Emenda Aglutinativa nº 1 apresentada à Proposta de Emenda à Constituição nº 221, de 2019, que altera o Art. 7º inciso XII da Constituição Federal, para reduzir a duração máxima semanal do trabalho.
A Deputada destacou a condenação, pelo Supremo Tribunal Federal, dos responsáveis pelo assassinato da Vereadora Marielle Franco e de Anderson Gomes. Afirmou que o julgamento representou resposta institucional aguardada por diversos setores da sociedade. Além disso, apontou que a condenação simbolizou enfrentamento à impunidade e reforçou a defesa da democracia e dos direitos humanos. Depois, criticou a Câmara pela cassação do mandato do ex-Deputado Chiquinho Brazão por faltas e mencionou a permanência de remuneração ao Conselheiro Domingos Brazão, do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro. Apontou ainda a relação entre violência política, milícias e estruturas institucionais no País. Ainda defendeu um debate sobre violência política, proteção de mulheres e minorias, e destacou a necessidade de reparação institucional diante de crimes que atingem representantes eleitos.
A Deputada criticou decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que autorizou relação entre adulto e criança de 12 anos, tratando o ato como casamento. Afirmou que a medida representou legalização da pedofilia e expôs falhas do Estado na proteção infantil. Relembrou caso semelhante ocorrido há dois anos, em que um homem foi absolvido após se relacionar com uma menor grávida de 13 anos. Informou ainda que decisões como essas naturalizam violência sexual contra crianças e adolescentes e reforçam a necessidade de defesa da infância e da vida das mulheres. Por fim, relatou que acionou o Conselho Nacional de Justiça e destacou manifestações do Ministério Público, afirmando que continuará cobrando responsabilização e proteção legal para impedir a repetição de casos semelhantes.
gavelTrajetória e Projetos de Lei (On-Demand)
Sugere ao Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado da Saúde a adoção de providências para proibir a realização de cirurgias e intervenções invasivas desnecessárias em pessoas intersexo sem consentimento livre e esclarecido, bem como para instituir a Política Nacional de Saúde Integral da População Intersexo.
Altera o art. 71 da Lei nº 13.445, de 24 de maio de 2017, para assegurar à pessoa imigrante, no pedido de naturalização, o direito de requerer a adaptação ou adequação do nome e/ou gênero baseado na autodeterminação de sua identidade de gênero.
Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.
Dispõe sobre o enfrentamento à violência digital contra as mulheres por sua condição de mulher, com base na Lei Modelo Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência Digital de Gênero contra as Mulheres, elaborada no âmbito da Organização dos Estados Americanos (OEA).
Sugere à Excelentíssima Senhora Ministra de Estado dos Direitos Humanos e Cidadania a adoção de providências para instituir Fundo Nacional de Promoção da Cidadania e Defesa dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+.
Altera a Lei nº 14.790, de 29 de dezembro de 2023, para dispor sobre a proteção da saúde mental, do consumidor e da economia familiar no ambiente de apostas de quota fixa e jogos online, com ênfase na prevenção e redução de danos, e dá outras providências.
Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal) para tornar um agravante da infração de medida sanitária preventiva a incitação, por meio digital, de descumprimento da determinação do poder público destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa ou de contaminação microbiológica.
Altera a Lei nº 14.192, de 4 de agosto de 2021, para dispor sobre o combate à violência política de gênero e raça, inclusive em meios digitais, e dá outras providências.
Altera o art. 121-A do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, para prever o transfeminicídio como circunstância qualificadora do crime de feminicídio, e a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, para incluir o transfeminicídio no rol dos crimes hediondos (Lei Keron Ravache).
Sugere a criação do Conselho Federal de Estética e Cosmetologia, órgão responsável por normatizar o exercício profissional em todo o território nacional, estabelecer diretrizes éticas e técnicas, promover a qualificação continuada da categoria e assegurar a proteção da saúde e da segurança da população usuária desses serviços.
Susta a Resolução CFM nº 2.455, de 26 de fevereiro de 2026, publicada no Diário Oficial da União em 4 de maio de 2026, que dispõe sobre normas técnicas para avaliação, tratamento e seguimento de pacientes com “distúrbios” do desenvolvimento sexual.
Altera o artigo 60 da Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021, visando ações de promoção da diversidade, inclusão, equidade de oportunidades e tratamento para pessoas LGBTQIA+ como critério de desempate nas Licitações e Contratos Administrativos.
Institui a Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ e dá outras providências.
Altera o Artigo 483 do Decreto-Lei nº 5.452, de 1° de maio de 1943 (Consolidação das Leis do Trabalho.), visando a inclusão da LGBTfobia como hipótese de rescisão indireta de trabalho.
Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para vedar o reconhecimento da legítima defesa como excludente de ilicitude quando a conduta do agente resultar em morte de criança.
Inscreve o nome de Rosely Roth no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.
Acrescenta o Art. 126-A à Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal) para proibir que o condenado que cumpra pena por crimes contra o Estado Democrático de Direito tenha remição de pena por trabalho em áreas estratégicas de atividade do Estado brasileiro.
Institui a Política Nacional de Prevenção e Enfrentamento ao Transfeminicídio — PNPET; e altera a Lei nº 13.675, de 11 de junho de 2018, para incluir o Plano Nacional de Prevenção e Enfrentamento ao Transfeminicídio como instrumento de implementação da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social.
Institui o Programa Nacional de Educação e Empregabilidade para Pessoas Trans e Travestis — Programa TransCidadania.
Altera a Lei nº 7.716, de 8 de janeiro de 1989, para instituir mecanismos de proteção e assistência integral à vítima de crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional, com foco no atendimento especializado e na não revitimização.
Compare Erika Hilton com outro candidato
balanceComparar este candidato